Pharrell Williams Brasil

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#TBT Pharrell Williams e Nigo Apresetam: Bilionaire Boys Club

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Estava pesquisando sobre a história do começo da Billionaire Boys Club e encontrei esses scans raríssimos do lookbook da primeira coleção da marca, junto com conceito e a apresentação dos fundadores Pharrell Williams e Nigo.

Uma coisa interessante: além da Ice Cream, a Reebok também estava por trás da produção das roupas da primeira coleção da BBC.

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Pharrell em Festa da Adidas Superstar Playground em Tóquio

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Na semana passada, em um armazém baía de Tóquio, Pharrell Williams e YOON da AMBUSH® convidaram para a festa “Pay It Forward” na Adidas SUPERSTAR PLAYGROUND. A ocasião veio como parte de uma campanha global do tênis SUPERSTAR da Adidas para qual Pharrell indicou cinco artistas emergentes, cujos suas corajosas buscas de criatividade o inspira. Foram escolhidos a dedo Pusha T, VJ Mian, Grigoriy Dobrygin e Smithe e YOON como seus Originais Superstars, os cinco, por sua vez ‘pagarão adiante’, nas próximas semanas, nomeando seus próprios SUPERSTARS criativos.

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Yoon AMBUSH, Masta Simon, Pharrell, Sami-T e Verbal

O reconhecimento de Pharrell a YOON como influenciadora mundial vem depois de anos de muita ousadia quebrando barreiras e se esforçando com trabalhos criativos realizados através de dedicação e trabalho duro para AMBUSH®. Segue o reconhecimento global nesse ano da criatividade de YOON e estilo pessoal por barômetros da indústria, incluindo Vogue Paris e i-D, e também como o papel de protagonista no vídeo de L$D do rapper A$AP ROCKY.

A coleção SUPERSTAR Supershell Artwork do Pharrell reiventou a parte da frente do sneaker mais famoso da Adidas, com designs de Todd James, Cass Bird, Mr. e Zaha Hadid.

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Yoon AMBUSH, Pharrell, NIGO e Verbal

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Mr. e Pharrell

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Fonte: i-am-OTHER

Para ver mais fotos da festa acesse: Tokyodandy.Com

Pharrell Pediu Desconto na Primeira Joia que Comprou na Jacobs & Co.

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Em recente entrevista para a Observer, Jacob Arabo da Jacobs & Co. comentou quando foi a primeira vez que conheceu Pharrell Williams.

Pharrell sempre te deu muito apoio, até o mencionou em seu recente discurso CFDA. Há quanto tempo você conhece?
Desde que ele tinha uns 18 anos. Ele veio para comprar uma peça de joia de mim que custava US$1.200 e ele me pediu desconto e a levou por 900 dólares.
Eu sempre acreditei em Pharrell e eu sabia que ele cresceria na indústria da música, então eu o apresentei ao designer japonês, Nigo. Então [eles] se tornaram parceiros, o que abriu muitas portas para Pharrell. Depois disso ele só subiu.

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Pharrell recentemente esteve em uma das lojas da Jacobs e deixou uma mensagem sobre sua amizade com o designer de joias.

Thank you to my friend @pharrell for the kind words! You helped me get to where I am today. #pharrell #jacobandco

A video posted by Jacob Arabo (@jacobarabo) on

“Fico feliz de chamá-lo de amigo, nos altos e baixos, Jacob sempre esteve por perto para mim, e eu sempre estarei aqui para ele.”

Fonte: Observer & Jacob’s Instagram

10 Carreiras Que Não Seriam Possíveis Sem Pharrell Williams, Segundo a Complex

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A Complex fez uma matéria comentando sobre 10 artistas quais as carreiras não seriam possíveis se Pharrell não tivesse passado por elas. Dá uma olhada abaixo no que eles disseram e veja quem a gente achou que ficou de fora.

Pharrell Williams fez coisas boas para si mesmo recentemente, lançou um álbum de sucesso em 2014, teve uma das maiores músicas no começo do ano, e participando de um show no horário nobre da TV americana, como treinador no The Voice da NBC.
Mas, a maioria de suas 2 décadas no show business foi gasta bombando a carreira de outros, seja escrevendo e produzindo sucessos, ou lançando música no seu selo Star Trak, ou emprestando seu status de celebridade e sua influência. Ele é o colaborador consumado, o elo em comum entre dúzias de seus artistas favoritos, e também é um gênio do pop moderno. Diversos músicos estabilizados se juntaram com o The Neptunes para fazer um ou dois hits, mas Pharrell desempenhou um papel mais fundamental na vida de outros. Essas são as 10 Carreiras Que Não Seriam Possíveis Sem Pharrell:

Kelis
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Kelis Rogers era uma adolescente com uma voz rouca incomum quando ela se vinculou a Pharrell e seu parceiro de produção Chad Hugo e começou a cantar em refrões de sucessos do The Neptunes como “Got Your Money” do Ol’ Dirty Bastard, e “Cross the Border” do grupo de rap Philly’s Most Wanted. Os dois primeiros álbuns da cantora foram totalmente produzidos por Pharrell e Chad, assim como foi o single de seu terceiro álbum, “Milkshake”, de 2003 que, finalmente, a ajudou entrar em grande estrelato nos EUA. E enquanto Kelis trabalhou com outros produtores na última década, provando que ela não era apenas uma porta-voz das ideias do The Neptunes, Pharrell Williams, sem dúvida, criou o contexto para o mainstream apreciar a voz única e sensibilidade da cantora.
Obs.: Kelis foi a primeira artista do selo Star Trak.

Clipse
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Os irmãos Malice e Pusha T cresceram em Virginia Beach com Pharrell e Chad Hugo. E, assim que o The Neptunes escalaram as montanhas da indústria musical e adquiriram influência, eles começaram a empurrar o Clipse: primeiro com um álbum engavetado do final dos anos 90, e depois com o Lord Willin’ de 2002, batalhão de frente do lançamento do selo Star Trak. Com letras afiadas e contos obscuros, a dupla de rappers poderia ter sido algo difícil de vender para a rádio comercial se não fosse pelo som pop inteligente do The Neptunes atrás deles. Mas juntos, o quarteto de Virginia Beach fizeram sucessos de rua como “Grindin’” e hits de baladas como “When the Last Time”. Com o grupo em hiatus, Pusha T assinou com a G.O.O.D. Music de Kanye West como artista solo e se fez um grande nome como MC, e agora grandes produtores querem trabalhar com ele, mas ainda permanece uma grande e dinâmica combinação dele com o Pharrell .

Shae Haley
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Quando Pharrell Williams e Chad Hugo formaram o N*E*R*D, para lançar as ideias mais estranhas e influenciadas-pelo-rock quais os clientes do The Neptunes não estavam interessados,  havia um fator desconhecido na equação: Shae Haley. Antigo amigo da dupla também de Virginia Beach, Haley é algo como o segundo cara de frente do grupo, contribuindo com backing vocals e agitando o palco com o Pharrell. E enquanto Haley parece possuir algo que completa o espírito de N*E*R*D, principalmente em seus shows ao vivo, ele não parece acolher muitas ambições musicais além do seu papel limitado na banda, e não poderia estar aparecendo em turnês populares, se ele não fosse amigo de Pharrell.

Tyler, The Creator
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Embora Pharrell Williams foi um convidado no Wolf, álbum de 2013 de Tyler, the Creator, ele tem um papel muito mais importante na carreira do jovem rapper/produtor californiano: como mentor e inspiração. Tyler Okonma muitas vezes se referiu a Williams como sua maior influência. É difícil imaginar seu amor por skateboard, aventuras musicais com a turma do Odd Future sem N*E*R*D e o The Neptunes existindo como precedentes sonoros e culturais. Mas, em vez de simplesmente dar um modelo para copiar, Williams parece dar Tyler, e outros jovens artistas, a confiança para serem indivíduos e construirem seus impérios em torno de seus próprios e inusitados sons e desenhos.

Justin Timberlake
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Justin Timberlake já era uma estrela multi-platina e o membro com maior visibilidade da boyband sucesso de público ‘N SYNC antes dele conhecer Pharrell Williams. Mas foi uma série de produções do The Neptunes que ajudou Timberlake a fazer uma incomum e fácil transição de membro de um grupo pop para o estrelato solo e credibilidade no R&B. Williams e Timberlake co-escreveram o último single do ‘N SYNC, “Girlfriend”, que ajudou o grupo a sair da caixa e ir para as rádio urbanas com um remix com participação de outro cliente do The Neptunes, Nelly. E quando foi a hora do debute solo, Justified, The Neptunes produziu a maioria do álbum, incluindo três dos quatro singles de sucesso do disco. Apesar de Timberlake ter trabalhado frequentemente mais com Timbaland em álbuns posteriores, Williams foi o principal instrumento no período da importante transição do cantor.

N.O.R.E.
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Capone-N-Noreaga se tornaram heróis da cena do rap das ruas de Nova York em 1997 com o álbum “The War Report”. Mas, era difícil de imaginar um dos membros da dupla se tornando queridinhos das rádios de sucesso da época, especialmente depois que Capone foi preso logo após o lançamento do disco. Um projeto solo se tornou uma opção óbvia para Noreaga, então o rapper lançou N.O.R.E. em 1998, e mudou seu apelido de rap para combinar com o título do álbum. O CD saiu com produções da realeza de Nova York como Trackmasters e Marley Marl, mas foi o funk alienígena de Virginia em “Super Thug” que ajudou tanto N.O.R.E. quanto o The Neptunes a subir no estrelato ao longo dos anos seguintes. N.O.R.E. poderia até ir tomar um café em outros gêneros como reggaeton, mas ele também voltaria com Pharrell para um ocasional sucesso de baladas como “Oh No”, ou para fazerem o hit pop “Nothin’”.

Slim Thug
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O rapper foi um herói que se fez sozinho nas ruas de Houston, fazendo mixtapes com gravadoras locais como a Swishahouse. Mas, assim que a Swishahouse foi para o mainstream em 2005 com o single “Still Trippin'” do Mike Jones, que tem a participação de Slim Thug, ele já tinha ido assinar com a Star Trak Records. A combinação do rap lento de Houston no estilo de Slim Thug e o funk futurístico do the Neptunes foi uma combinação estranha. Porém, resultou em sucessos como “I Ain’t Heard of That”, que Pharrell fez um remix com nada mais nada menos que Jay Z, e “Like a Boss”. Slim Thug intitulou seu disco pela Star Trak de Already Platinum (Já Platina, tradução livre) em homenagem ao seus sucesso mesmo antes de um acordo com uma gravadora, e continuou dando as regras nas cenas de Houston, mas o álbum com Williams continua sendo sua maior marca e exposição nacional.

Ray J
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Ray J primeiramente teve sua imagem exposta para os olhos do público através de sua irmã mais velha, estrela do R&B, Brandy, em uma participação nos últimos episódios do programa de Tv dela, “Moesha”. Mas, ele começou a se destacar como uma estrela quando lançou seu próprio álbum em 2001, This Ain’t a Game, que teve várias faixas produzidas pelo The Neptunes, incluindo os hits “Wait A Minute”, e “Informal Invitation” que contou com Pharrell na música. Ray J passou a desfrutar ainda mais de sucesso e notoriedade com mais álbuns e programas de TV. Mas, é difícil imaginar tudo isso acontecendo sem que Pharrell primeiramente tivesse o ajudado a parecer mais do que apenas o irmãozinho da Brandy.

Kanye West
Vuitton's MENSWEAR Spring/Summer 08-09 by Marc Jacob during the fashion week in Paris.

Kanye West e Pharrell Williams colaboraram um com o outro um punhado de vezes, mais notavelmente no single “Number One” de Williams. Ambos têm sido contemporâneos, subindo a indústria da música ao mesmo tempo e muitas vezes trabalhando com os mesmos artistas. Mas, Pharrell se tornou uma celebridade, participando em muitos dos sucessos que ele produziu e liberando sucessos em carreira solo como “Frontin'”, numa altura em que West ainda estava lutando para ser levado a sério como artista. E foi o precedente de Pharrell, como produtor-virou-artista e criativo da multi-mídia fashion, que ajudou a criar a pista em que West eventualmente prosperou. Eles tomaram caminhos muito diferentes na arte e na música na década desde que se tornaram estrelas, mas ambos sempre permaneceram viajantes paralelos, que continuamente redefiniram o que um produtor de hip-hop pode fazer e o como sua música pode soar.

NIGO
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O empresário japonês Nigo criou a marca de roupas A Bathing Ape em 1993, com moletons estampados e sneakers super inovadores que eventualmente empunhou uma grande influência no streetwear americano. E no início dos anos 2000, como Pharrell estava se tornando influente no hip-hop e ícone da moda, ele se alinhou com Nigo para ajudar a tornar BAPE uma marca mainstream em os EUA, e também para colaborar com as marcas Billionaire Boys Club e Ice Cream. E quando Nigo quis se aventurar no mundo da música, Pharrell estava lá para ajudar, assinando o grupo de Nigo, o Teriyaki Boyz ao Star Trak Entertainment para o repleto grupo de estrelas da gravadora. The Neptunes- produziu o álbum em 2009: Serious Japanese.
Obs.: O grande hit Tokyo Drift, do filme Velozes e Furiosos, foi produzido pelo The Neptunes.

Quem a Complex deixou de fora?

Robin Thicke
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O cantor soul começou sua caminhada como cantor solo em 2003* com seu primeiro álbum “A Beautiful World”. Mas, foi só depois que Pharrell Williams entrou em sua vida musical, que Robin começou a ter uma carreira de sucesso. Em 2005, Williams colocou Thicke sobre suas asas e juntos lançaram “Wanna Love U Girl”, música com participação de Pharrell e produzida pelo The Neptunes. Até aquele momento, quase ninguém tinha ouvido falar dele. Um ano depois, pelo selo Star Trak, Thicke lançou o álbum “The Evolution Of Robin Thicke”, que tem o segundo maior sucesso de sua carreira “Lost Without You”. Após sete anos, “Blurred Lines” aconteceu, e esses são alguns números do single:
• 1º lugar na lista da Billboard Hot 100 por 12 semanas.
• 1º lugar em 14 países.
• 1º lugar de música mais vendida em 2013. Total: 14.8 milhões de cópias.
• Vídeo com mais de 350 milhões de visualizações no Youtube.
E muito mais.
*”A Beautiful World é uma nova versão de um álbum que Thicke lançou em 2002 chamado “Cherry Blue Skies”.

Fonte: ComplexInternational Federation of the Phonographic Industry & Forbes

Clones Especial: 8 Razões Porque o Clipe de Frontin’ Mudou Minha Vida

Neste post irei comentar sobre o clipe Frontin’. Se ainda não assistiu esse clipe, faça um favor a você, a mim e a humanidade, e assista:

Agora, o que tenho a dizer sobre ele:

Tinha 18 anos. Basicamente, tudo que eu fazia na época era trabalhar e ficar horas assistindo MTV e o programa de vídeo clipes TVZ da Multishow. Eu já era fã da música do cara que aparecia em “Boys” (Remix) da Britney, em “Excuse Me Miss” do Jay Z e em “Like I Love You” e “Señorita” de Justin Timberlake. Mas, eu nem imaginava que essa admiração tomaria grandes proporções.

Eu não tinha muito acesso a internet. Então, quase todo dia, a caminho do trabalho, eu parava em uma lan house. Gastava todo dia uma hora no lugar. E um dia decidi pesquisar a fundo sobre Pharrell Williams.

Achei um site: http://www.clonesarecoming.com/

Lá anunciava o futuro lançamento do álbum “The Neptunes Present.. Clones” e mostrava o vídeo do single Frontin’, de Williams.

Cliquei. Esperei uns 10 minutos para carregar enquanto via emails e outras coisas. Clipe carregado. Comecei a ver:

8 Razões Porque o Clipe de Frontin’ Mudou Minha Vida.
Por Rafael Cruz

1. A atitude de Pharrell Williams.
Ao contrário de todos os cantores de R&B que eu já tinha visto, até aquele momento, Pharrell, em Frontin’, não tenta ser o cara mais sexy do mundo. Ele faz, mas não do jeito convencional do estilo musical. É meio tímido, até meio desengonçado, mas funciona. E ele não faz coreografia enquanto fica atrás das garotas, ele não fica lambendo os beiços e alisando o próprio corpo. Não tem nada desses clichês R&Bistícos. Williams tem a atitude no vídeo que você olha e pensa: eu poderia facilmente fazer isso. Eu poderia ser esse cara aí (excluindo a parte que ele entra na garagem e tem um carrão, e que um dos convidados da house party é nada mais nada menos que Lenny Kravitz). Com roupas largas de skatista, flertando com garotas que não estão super produzidas (porém lindas), e com copos de plástico na mão. Pharrell é apenas um cara normal fazendo coisas normais, mas de um jeito super legal.

2. As garotas.
MEU DEUS, AS GAROTAS! Uma das coisas que se nota nas mulheres do vídeo é que nenhuma está fazendo twerk, ou “making it clap”. E muito menos estão seminuas.
O vídeo está cheio delas e todas muito bonitas e estilosas. Já dava para sentir o gosto de Pharrell Williams por “mulheres diferentes”. Mas vamos falar de duas delas:
Lauren London, senhoras e senhores. Só depois de uns 3 anos que eu descobri o que esse vídeo fez com London (ela ficou famosa e virou a queridinha do hip-hop e R&B). Mas vamos falar o que Lauren fez comigo. Ela explodiu minha mente com suas covinhas, seu sorriso e jeito. Tem essa parte em especial, um pouco antes de 2 minutos de vídeo, em que ela assume a frente deixando as outras pra trás, com um sorriso sacana, ela faz isso:

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Mas ela não consegue me matar. Quem mata é Lanisha Cole. Pharrell, aonde você achou essa mulher? Ela é a negra de pela escura que está usando um trucker hat (ela até está na capa do single com ele). Toda vez que vejo o vídeo e, bem no começo, quando ela fala a “senha” para entrar na festa “Neptunes Presents The Clones” com aquele sorrisão, com os dentes mais brancos do mundo, eu sinto um tipo de arrepio e fico todo bobo. Que coisa linda! Outra coisa legal dela é que, desde a primeira vez que vi o vídeo, percebi ela sendo a um pouco tímida. Fora o tom da pele que dá água na boca. E falando em boca …*lambe os beiços com sede* a boca dela. Preciso falar da parte que ela tá de cara a cara com o P e manda um beijo para ele e sorri? E no final que ela fica sorrindo o tempo todo com um jeito mais acanhado e lindo e fofo e aaahhhh*drops dead*

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3. House Party
Esse estilo de festa nunca foi tradicional aqui no Brasil. Lembro que depois do vídeo tudo que eu queria era fazer uma festa nesse estilo: cheia de copos vermelhos, amigos de todos os estilos, garotas, um HALF de skate no meio da sala, um aparelho de som foda e bebidas.

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Se eles tivessem aproveitado esse vídeo para lançar qualquer marca de qualquer produto, eu, e mais uma legião de fãs, teria comprado tudo na época. Mas, eles foram elegantes. Venderam só a Billionaire Boys Club no vídeo e, vocês sabem, história foi feita. Falando nisso…

4. Billionaire Boys Club
Acho que muita gente vai se familiarizar com tudo que estou dizendo. Principalmente, o que vou dizer sobre uma das marcas mais cobiçadas de streetwear da última década. Billionaire Boys Club e ICECREAM devem ser uma das brands de roupas mais bem vendidas por um rapper/cantor desde a Roc A Wear (Jay Z). Depois desse vídeo, Pharrell era visto com a clássica camiseta, com o logo da cabeça de astronauta e as siglas da marca, em todo lugar. A marca virou o meu sonho de consumo e de toda molecada fã da Era Star Trak. Quando o vídeo foi lançado, a marca nem tinha sido lançada ao público. Marketing de primeira! Pharrell, até comentou em uma entrevista para a Complex que “foi tudo calculado, mas no sentido de que eu sabia o que eu queria ver no meu vídeo, não no sentindo de ‘vamos vender tantas camisetas’. E não foi porque íamos lançar a marca, mas porque eu apenas queria vê-la na tela. Queria mostrar pra todos o meu mundo. Na época, eu estava fazendo Billionaire Boys Club apenas para mim.”
Sem falar da Bape, que aparece apenas com o NIGO, mas faz parte de toda essa época.
As camisetas da BBC custavam 150 dólares. Eu fui ter a minha primeira em 2010. E depois de mais de 10 anos, a marca veio parar aqui no Brasil. Antes tarde do que nunca.

5. Jay Z e o verso do Jay Z

Preciso dizer mais alguma coisa?

6. O style
Todo mundo e tudo está estiloso no vídeo. As roupas, o carro, as telas digitais, o aparelho de som, o half no meio da sala, a maquina fotográfica digital (que poucas pessoas tinham na época).

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Tudo foi feito para atingir a geração daquela época. Pharrell trabalhou muito bem o conceito teen descolado que já estava nos vídeos do N*E*R*D. Ele estava se comunicando muito bem com a molecada. Ao mesmo tempo que o clipe “cheirava a espírito jovem”, era tudo muito novo. Eu queria tudo aquilo, porque o vídeo se conectou com o Rafael que se sentia diferente. Que percebia que todo mundo fazia a mesma coisa. E por isso, eu queria mais.

7. Me “tirou de uma caixa”
Todo meus amigos em 2003 queriam as mesmas coisas: uma Honda Bis, um Tênis da Reef e uma bermuda de surf. Então, eu vejo esse vídeo. Logo, eu também queria uma pista de skate dentro da minha Penthouse (mesmo não sabendo andar de skate, mas, eu era viciado no jogo “Tony Hawk Pro Skater”, conta?). Também queria uma Ferrari Maranello. Também queria uma cama kingsize que poderia caber, facilmente várias garotas, as quais eu ficaria dançando ao som de Frontin’, enquanto, televisores no meu corredor ficassem passando imagens sincronizadas com a música. Mas, eu nem ousava falar isso para meus brothers.
Enquanto todos meus amigos queriam roupas de surf, que era a “modinha” da época, eu queria usar roupas estilo urban. “Streetwear”. Que na época era “roupa de skatista”. Enquanto, todos iam à Central Surf, eu queria ir à Galeria do Rock ver se achava um Nike Dunk que eu vi no pé de Chad Hugo na capa do Clones. Minha galera já sabia que eu não era como eles: eu ouvia Queen, Michael Jackson e, acreditem se quiser, boybands, enquanto todo o resto ouvia pagode e reggae. Então, quando eu vi que Pharrell estava fazendo tudo aquilo (pop, rock e hip-hop no N*E*R*D) senti como se finalmente tivesse achado uma rota a seguir.

8. Pharrell é o cara mais legal do mundo
Ok. Esse site fã brasileiro que fala sobre Pharrell Williams só aconteceu porque eu vi esse vídeo. Ponto final!
Frontin’ é o primeiro single oficial de Pharrell como artista solo. Foi a partir dessa música e vídeo que ele virou o “Pharrell Williams”. Todo mundo sabia seu nome. Ele não era mais apenas o cara do lado do Jay Z, ou do Busta Rhymes, ou do P. Diddy. Esse vídeo estabilizou a imagem de Williams como um novo ícone da música, de atitude, de estilo e, principalmente, do “COOL”. Desde então, isso não mudou. Ao menos não no meu mundo.

Fonte: Complex

Pharrell Lança Hambuguer com Seu Nome no Japão

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O céu é o limite quando o assunto é Pharrell Williams.
Não satisfeito em estar envolvido em diversas áreas artísticas e do entretenimento, Skateboard P agora atacou o mercado dos lanches. Isso mesmo, Williams resolveu se arriscar na culinária e lançou seu próprio hambúrguer.

“The Pharrell Burguer” consiste em carne de hambúrguer, queijo derretido, cebola picada, mostarda, um molho especial chamado ‘robusto’ (seja lá o que for isso), e, o diferencial, uma enorme fatia de tomate. Mas a notícia triste é que o lanche só é encontrado no NIGO’s 2-5 Café, estabelecimento do NIGO, amigo de longa data do cantor, que fica em Tóquio.

Veja como é o processo de preparo nas imagens abaixo:

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Fonte: BBCICECREAM’s BLog

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