Pharrell Williams Brasil

Cara Delevingne assinou com o i-am-OTHER?

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Pharrell Williams falou com a rádio britânica Capitol FM, durante o BRIT’s Awards, e na conversa ele elogiou muito a modelo Cara Delevingne por expandir seus projetos além do mundo fashion. No meio dos elogios, Williams disse que sugeriu a modelo planos para uma parceria musical. Será que ele a assinou para seu selo?

“Eu acho que as pessoas não deviam apenas focar em seus trabalhos específicos, mas nela mesma, e no próprio espírito. E no que ela vai fazer daqui em diante. Acredite em mim.” “Porque os filmes só ficam melhores, as participações apenas ficam maiores, a música apenas fica melhor, ser modelo apenas fica melhor,” ele explicou. “Mas o espírito está ficando refinado. Ela está ficando refinada, então é outro capítulo na vida dela. E estamos felizes lá no i am OTHER em dizer que isso é uma família agora,” ele adicionou. “Vamos fazer coisas bem legais.”

“Estou sem palavras, ele meio que explodiu minha mente para fora d’água,” disse a própria Cara, que continuou. “Quero dizer, que homem incrível, ne? Sinceramente.”

Fonte: Capitol FM

Primeiras Impressões: Pharrell – ‘G I R L’

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Michael Cragg da The Guardian britânica, ouviu “G  I  R  L”, o segundo álbum solo do Pharrell. O disco será lançado dia 3 de março. Dá uma olhada no que ele tem a dizer sobre o que ele ouviu:

Com uma pequena ajuda dos amigos Justin Timberlake, Miley Cyrus, Daft Punk, JoJo e Alicia Keys, o segundo álbum solo do produtor é um audacioso retorno, com momentos feministas.

Tendo dominado 2013, com três grandes singles (“Get Lucky”Daft Punk, “Blurred Lines”Robin Thicke e seu próprio single “Happy”), Pharrell Williams superou de maneira impressionante a recente queda de carreira que o viu trabalhando com artistas como Conor Maynard, Mika e Gloria Estefan. Seu segundo álbum solo, “G  I  R  L” – escrito em letras maiúsculas e com dois espaços entre cada letra muito obrigado – é o momento em que ele consolida seu retorno com um audacioso, “quase conceitual” álbum celebrando as mulheres, e com o objetivo de destacar desequilíbrio de gênero na sociedade.

Sentado em um sofá de couro branco maciço nos escritórios da Sony para a reprodução do álbum e ostentando seu agora infame chapéu Vivienne Westwood Buffalo Hat, com um sorriso do tamanho da aba do chapéu, ele é, obviamente, um muito feliz e contente superstar. E a partir de apenas ouvir uma vez o álbum, que tocou no volume máximo em um estúdio de pelúcia da gravadora, ele tem toda a razão de ser.

1. ‘Marilyn Monroe’

Abrindo com um conjunto de cordas abundante, contando com a composição de Hans Zimmer, e interpretado por uma seção de cordas 30 peças, Marilyn Monroe deixa claro em letras garrafais este não é um CD de R&B usual. Mixado por as mesmas pessoas que trabalharam na sonoridade impecável de “Random Access Memories” do Daft Punk, tudo soa brilhantemente caro e cinematográfico, Pharrell perfura a introdução clássica com a palavra “diferente” antes de uma percussão, percebe-se a Era de Michael Jackson com “Off the Wall”, no qual a batida começa e a música faz uma viagem no tempo das últimas 40 décadas em seis minutos. Baseado em torno do tema do álbum de celebrar as mulheres, o coro é executado “Nem mesmo Marilyn Monroe ou Cleópatra por favor / nem Joana d’Arc, que não significam nada para mim / Eu só quero uma garota diferente”. Ritmada por uma guitarra funk arranhada, palmas e alguns belos falsetes, é facilmente um sucesso, e uma brilhante música de abertura.

2. ‘Brand New’ featuring Justin Timberlake

Se o fraco e autocentrado “The 20/20 Experience” de Justin Timberlake provou algo, foi que ele precisa trabalhar novamente com o Pharrell. Felizmente, essa faixa caminha para atingir tudo isso. Iniciada com camadas de beatboxing e trechos de vocais para construir a batida, ela logo se transforma em uma imensa profusão de falsetes, as suas vozes estão tão entrelaçadas que parecem misturar e transformando-se em uma combinação perfeita. De fato, na primeira audição a coisa toda quase desmorona sob o peso de quão agitado tudo isso é, com instrumentos de sopro, guitarra funk, beatbox e o som distante da pia da cozinha, todos lutando por atenção. Mas, subtendido é uma sensação palpável de alegria ao ouvi-los trabalharem juntos novamente. Em termos de letras, esta parece ser sobre como o amor de uma boa mulher pode fazer você se sentir como uma nova pessoa.

3. ‘Hunter’

Após o ritmo alucinante das duas músicas de abertura, o disco desloca a engrenagem para baixo, para o quase melancólico riff de guitarra que abre essa música. Antes de começar a tocar o álbum, Pharrell parecia quase tímido sobre o fato de que algumas de suas músicas pudessem ser sobre sexo. Mas Hunter – todos os sussurros espontâneos e sonoridade provocante das guitarras – é bastante óbvio sua ode à agitação horizontal. De fato, em um ponto, Williams assobia “sexo está chamando”, e outro um pouco mais ousado “Eu nunca cheirei nada como isso antes.” Para continuar com o tema de ‘G  I  R  L’, a canção é aparentemente escrito a partir da perspectiva da menina cantando de volta para Pharrell.

4. ‘Gush’

Continuando com a parte sexual do álbum, passamos à desconcertantemente-intitulada Gush (Jorrar – você sabe o quê). Pharrell pronuncia-o como “goosh”, tanto pessoalmente e no refrão do álbum, que conta com a linha de “torná-lo quente, apenas jorrar”. O ritmo aqui também é um pouco mais lento, e mais uma vez há algumas incríveis referências a Michael Jackson, especialmente na forma como o pré-refrão eleva o nível e soa quase angelical. Relembrando os momentos mais lentos no primeiro álbum do N * E * R * D e com referências “Light Your Ass on Fire” (Busta Rhymes, 2003), tem um ligeiro sentimento saudosista em Gush, até que uma quebra enorme começa do nada e leva a canção em uma direção diferente.

5. ‘Happy’

A onipresença desta canção é tal que Pharrell diz que quer pular em um primeiro momento: “Eu não quero aborrecê-lo, se você já ouviu isso”. No final, ele é convencido a tocar por um punhado de jornalistas que claramente querem apenas uma pausa de todas as anotações frenéticas. Vale ressaltar, que ela se encaixa perfeitamente no contexto do álbum.

6. ‘Come Get It Bae’

Tendo trabalhado em diversas canções no estilo country no recente “#Bangerz” de Miley Cyrus, Pharrell consegue a retribuição do favor em “Come Get It Bae”. Abrindo com uma leve distração em forma de um riff de guitarra country, a canção rapidamente se transforma em um ritmo R&B futurista, e com camadas de gritos HEYs que compõem a batida. Mais uma vez, é um pouco mais dançante, e conta com a Miley nos backing vocals no meio da música. Em termos de letras, é uma mistura de metáforas, com o Pharrell murmurando: “Quer montar na minha moto…Vá com calma na embreagem, porque eu gosto de você”. Em um momento ele grita “wanna pop a wheelie?” (quer andar de cavalinho? – tradução livre) que é provavelmente um eufemismo, mas eu não tenho certeza de qual ato sexual ele está se referindo exatamente. Como a faixa de Timberlake, possui diversas sonoridades, mas a produção é impecável, com cada elemento soando tão nítidos e brilhantes quanto se espera de um álbum feito em um enorme estúdio.

7. ‘Gust of Wind’

Quando “Random Access Memories” do Daft Punk teve seus momentos eles tendiam a a) ser encontrados em “Get Lucky” e b) enterrado dentre diversos vazios sonoros. Gust of Wind – que conta com a participação dos Robôs, como Pharrell os chama – segue uma linha similar aos Disco-pop dos anos 70, mas é infinitamente mais atraente, até porque parece que há um coração batendo no centro de tudo. Durante o refrão da canção: “como uma rajada de vento, você me levanta às vezes” Pharrell soa como ele pudesse explodir de alegria, e há um clima de celebração brilhante para este momento. Há também uma parte maravilhosa quando a batida engasga e um lindo arranjo de cordas entra em ação (Williams gosta tanto dessa parte, que ele para a música e a reproduz duas vezes), antes um coro distante se inicia, e você tem, “a gust of wind” (uma rajada de vento).

8. ‘Lost Queen’

Tendo aberto o álbum com pelo menos quatro singles em potencial, a segunda parte é um pouco mais experimental. Com isso, em Lost Queen (Rainha Perdida) adverte que “não existe música de verdade”. Construída quase que completamente em torno de um sample em loop de um coro masculino indígena com alguns sintetizadores como pano de fundo, que relembra alguns dos seus mais notáveis minimalistas e experimentais trabalhos de produção como “Drop It Like It’s Hot” (Snoop Dogg, 2004) e “Milkshake” (Kelis, 2003). Nas mãos de qualquer outra pessoa provavelmente não iria funcionar, mas há algo estranhamente convincente sobre a música, e a caixa de som bastante cara da Sony parece que levará o telhado abaixo. Em termos de letras, é sobre Pharrell querendo encontrar alguém especial e servi-la com uvas descascadas em um prato, ou algo assim.

9. ‘Freq’

Nada diz “você está definitivamente na fase experimental de um álbum” tal qual um interlúdio quase todo instrumental, e ligeiramente disforme. Construído em torno do mantra “você tem que ir para dentro, para experimentar o espaço sideral que foi construído para você”, também é a canção mais lenta do álbum, com o som das ondas quebrando e transformando em sintetizadores borbulhantes. É tudo parecido com uma leve auto-ajuda também, com Pharrell entoando “individualidade torna a vida melhor”, antes da cantora de R&B JoJo* se juntar na parte intermediária de maneira bastante agradável. Perturbadoramente, em minhas anotações e escrevi uma das letras: “ele massageia sua bunda/ a partir da vibração do amor” que é certamente algo.

10. ‘I Know Who Your Are’ feat. Alicia Keys

Estamos de volta à estabilidade da terra, com este dueto com Alicia Keys e referências ao reggae. “Eu sei quem você é e eu sei o que você está sentindo” flui o brilhante refrão cativante. É também um dueto adequado, com o Pharrell fazendo o primeiro verso, Alicia o segundo e eles se encontram no refrão de maneira espontânea. Vale enfatizar que Williams parece saber quando deixar Alicia brilhar, e ela domina a segunda metade da canção, antes da música ter uma parada abrupta, quando você achava justamente que poderia ter um desvio para algo instrumental.

11. ‘It Girl’

Fãs de partes instrumentais irá encontrar um monte para desfrutar nesta música que fecha o álbum, It Girl. Pharrell nos disse que está é a favorita da gravadora e que, quando ouviram pela primeira vez lhe pediram para mudar a parte do meio, uma vez que era um pouco deprimente dado o que vinha antes, então agora o último terço da canção desvia ao longo de um riff de guitarra distorcida antes de terminar com repetição da palavra ‘girl’. Antes de tudo isso, é uma música celebrando o amor de sua vida (“você é a it girl / minha inspiração”) ao longo de frequentes sons de uma guitarra funk, enquanto “hook” da canção: “segurar a minha mão, beijar na boca” torna-se hipnótico ela se move para seu quinto minuto. Tal como acontece com alguns dos outros, composições mais soltas, parece que ele poderia ser editado para um tom mais baixo um pouco para torná-lo mais coeso – mas, aparentemente, esta música foi criada com um show ao vivo em mente, portanto, o riff de guitarra.

Tradução: Ju Borges

*Leah Labelle também faz parte dos backing vocals.

Fonte: TheGuardian

Pusha T Fala Sobre Novo Álbum e “Reunião” Com The Neptunes

Pusha T começou 2014 quente! Além de, assim que começou o ano, ter entrado no estúdio com o The Neptunes, o rapper vai entrar em uma turnê com seu parceiro de gravadora 2 Chainz.

Dia 2 de janeiro, Pusha já estava postando em seu Instagram imagens de Pharrell e Chad no estúdio juntos. O The Neptunes ficaram 20 dias “trancados” apenas trabalhando no novo álbum do rapper, intitulado “King Push”. No vídeo acima, ele diz que assim que começou a trabalhar com os produtores, eles tiveram que “recriar a energia”. “Fazia tempo que não trabalhávamos todos juntos e assim que começamos, tivemos que falar sobre as direções e inspirações que eu queria para o novo projeto.” Pusha também descreveu seu novo trabalho como “triunfo” e disse que “My Name Is My Name” é a introdução de “King Push”.

The Neptunes, ChadHugo & Pharrell com Pusha T no Estúdio.

The Neptunes, ChadHugo & Pharrell com Pusha T no Estúdio.

Revista Digital NME Ouviu “G I R L” e Comenta Faixa a Faixa

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A revista digital NME teve a oportunidade de ouvir “G  I  R  L”, novo álbum do Pharrell. O repórter responsável fez um review faixa a faixa da compilação. Leia o que ele tem dizer sobre as músicas:

“Ouvimos o álbum de Pharrell Williams e é assim que ele soa”

A corrida para lançar o álbum pode parecer um pouco apressada, mas o segundo álbum solo de Pharrell Williams não é só algo que ele ficou “sussurrando” sobre nos últimos dias. “É realmente uma longa história”, ele disse, timidamente, sobre o álbum – elaboradamente intitulado “G  I  R  L” (sim, são dois espaços entre as letras) – que será lançado em 3 de março e ninguém no meio artístico sabia até ele twitar sobre na última quarta-feira (19/fev).

Como o produtor-que-vendeu-milhões, cantor e compositor explicou, enquanto ele apresentava as músicas para centenas de representantes da mídia europeia no escritório da Sony, que fica em Londres, ‘G  I  R  L’ foi um resultado direto do trabalho dele com o Daft Punk.  “Os Robôs são tão secretos, tão ‘C.I.A’ com as coisas,” ele disse sorrindo, insinuando que a dupla francesa soube como manter as coisas escondidas dele de um jeito inigualável.

Voltando de sessões de estúdio em Paris e com ‘jetlag’, e sem ideia clara de como as sessões tinham ido ou o que pensava sobre a música que ele tinha feito com DP, Williams foi a uma reunião com chefões de gravadora. Eles o informaram que os resultados eram espetaculares, que “Get Lucky” seria o primeiro single de “Random Access Memory”, e era a hora perfeita para Pharrell começar a pensar seriamente em fazer um segundo álbum.

“Eles me fizeram uma oferta, ali mesmo na mesa de reunião,” disse Williams, que concordou rápido, sem hesitar muito porque ele estava “impressionado que alguém queria ouvir o que estava no meu coração.”

O tema do disco é uma tentativa do cantor de eliminar o que ele vê como um grau de incerteza compreensível sobre qual realmente é sua atitude para com as mulheres. Referindo-se especificamente a sua controversa colaboração com Robin Thicke e T.I. na música ‘Blurred Lines’, ele entende que com “as letras questionáveis, e o conteúdo estético do vídeo, é fácil ficar confuso.” Então ‘G  I R  L’ é ele tentando esclarecer sua música.

“Na minha opinião, há um desequilíbrio na sociedade”, Pharrell disse, “e isso vai mudar. Um mundo em que 75% dele será dominado por mulheres – é um mundo diferente. Isso vai acontecer e quando acontecer vou querer estar do lado certo.”

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Pharrell Williams: Eu respeito as mulheres

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Pharrell insiste que respeita as mulheres, porque ele sabe a “importância” delas. O cantor e produtor de 40 anos colaborou com Robin Thicke e o rapper T.I. no ano passado com o sucesso mundial “Blurred Lines”. Mas o vídeo do single, em sua versão “x-rated” (censurada) – que contou com mulheres nuas – atraiu críticas por ser sexista e misógino. Wiliams refuta as acusações e insiste que ele ama todas as mulheres, e acredita que em breve elas ultrapassarão os homens, sendo então gênero mais poderoso.

Falando sobre a inspiração por trás de seu novo álbum, ele disse: “‘Minha musa para o CD foram as mulheres. Eu as amo… porque eu sei a sua importância. Se mulheres quisessem acabar com este país, economicamente, elas poderiam simplesmente não ir trabalhar e o Reino Unido estaria terminado. E ocorrerá uma grande mudança… Haverá um tempo em que as mulheres serão pagas, tanto quanto os homens. Haverá um momento, no qual, 75% dos nossos líderes mundiais serão mulheres.” O hitmaker de “Happy” também comparou o infame vídeo de “Blurred Lines” com a forma à qual as mulheres nuas são retratadas em obras de arte.

Pharrell disse à última edição da revista London’s Time Out “É sexista quando você anda em um museu e um monte de estátuas têm os seus peitos para fora? As mulheres do vídeo não estavam fazendo nada sexual: elas estavam apenas dançando. Só porque elas tinham os seus peitos para fora que era ‘machista’? Eu não fiz nada de conotação sexual para qualquer uma dessas mulheres, eu não permitiria isso.”

Tradução: Ju Borges

Fonte: Starpulse

Pomplamoose Faz Mashup Com “Get Lucky”x”Happy”x”Loose Yourself To Dance”

Eu não sei o que é melhor: o vídeo, ou esse ótimo remix/mashup!

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A dupla Pomplamoose composta por Jack Conte e Nataly Dawn, são “onlinemente” conhecidos por seus remixes, mashups e covers de grandes hits da música. Esse mashup, que, assim como as originais, faz você querer ouvir repetidamente por horas, é composto por três sucessos interpretados por Pharrell Williams: Get Lucky, Loose Yourself To Dance e Happy.

O vídeo foi feito em apenas um take e usando apenas uma câmera e mostra a cantora Nataly em um quarto enquanto um projetor mostra a dupla tocando a música em diferentes instrumentos.

Já estou procurando o MP3 disso!

Fonte: Mashable

Novo Álbum de Pharrell Williams “GIRL” Será Lançado 3 de Março

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Ontem acordamos com uma ótima notícia: novo álbum de estúdio de Pharrell Williams será lançado dia 3 de março, daqui exatos 11 dias!!!!!

O nome do álbum será “G I R L”, e já pode ser pré-encomendado no iTunes aqui.

Confira o teaser que o selo de Williams, i am OTHER, lançou no Instagram:

Palavras não descrevem o quão excitado estou com tudo isso!

2014 vai ser foda! _\//

 

Pharrell Williams – Daqui 10 Anos

A revista de Hong Kong, Obscura Magazine produziu uma série de vídeos intitulados “Ten Years Later”. Neles personalidades criativas e influenciadoras de todo o mundo falam sobre o futuro. O primeiro episódio conta com palavras de Pharrell Williams:

O penúltimo polivalente, de produções musicais, moda à design de móveis, Pharrell Williams é uma pessoa difícil de categorizar. Em suas incursões na moda e na música, ele estabeleceu sua credibilidade de um dos indivíduos mais talentosos do mundo. Agora, essa versatilidade em pessoa, de diversos talentos, senta com a gente e compartilha suas reflexões sobre como poderá ser o mundo no seu meio criativo “Daqui 10 Anos”.

Quando abordamos o tema “Daqui 10 Anos…”, parece que flashes do passado momentaneamente passaram pelos olhos de Pharrell. “Nos últimos 10 anos, a maior mudança, para mim, tem sido a mesma para todo mundo. É o crescimento.” O processo de entender, experimentar e aprender como se aproveitar das mudanças ao invés de ir contra. Com isso dito, Pharrell está bem certo de que uma coisa nunca mudará; sua gratidão e foco na música. Daqui 10 anos P continuará absorvendo as mudanças como uma esponja e explorar os aspectos espirituais da vida. Um sonhador, sua resposta é mais filosófica do que literal. “Uma coisa nesse planeta que é grandioso demais para os humanos entenderem é a vastidão e profundidade da nossa existência.” Ele aponta que a realidade espiritual será a coisa mais importante no mundo – com o objetivo de colocar todo mundo na mesma frequência. “É uma linguagem, é uma frequência, é uma religião. É o AMOR.” E amor, podemos todos concordar, é o percursor das mudanças, da evolução, e do aperfeiçoamento de tudo. Essa é a visão e o desejo de Williams para o mundo, “Daqui 10 Anos”.

Fonte: Obscura Magazine

[Vídeo] Pharrell Williams & Brad Paisley – Here Comes The Sun (Grammy Salutes The Beatles)

Em 9 de Fevereiro de 1964, Os Beatles faziam história com sua primeira performance em TV norte americana. Naquela noite, 73 milhões de telespectadores estavam ligados em seus televisores assistindo o The Ed Sullivan Show (programa que recebeu o Fab Four) e o mundo do rock mudou para sempre.

Para homenagear o 50º aniversário desse dia histórico, CBS transmitiu “The Night That Changed America: A Grammy Salute to The Beatles” (A Noite que Mudou a América: Saudações do Grammy aos Beatles), que apresentou canções da banda cantadas por estrelas da música, e pelos dois Beatles que ainda estão com a gente: Paul Macartney e Ringo Star.

Pharrell apresentou “Here Comes The Sun” ao lado do cantor country Brad Paisley.