Pharrell Williams Brasil

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Pharrell Fala Sobre a Nova Coleção da UNIQLO

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O vídeo mostra Pharrell Williams falando sobre a parceria dele com a UNIQLO e como a qualidade dos produtos da coleção é alta e parece valerem $50 ou $80 (dólares), mas mesmo assim são baratas.

No próximo mostra Pharrell falando mais sobre a marca e porque decidiu fazer a parceria. Esse foi para a campanha da coleção outono/inverno:

Vídeo campanha da primeira coleção:

Pharrell Comenta Sobre Cinco Músicas Favoritas que Ele Produziu

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Mesfin Fekadu entrevistou Pharrell Williams pela ABC News e o cantor/produtor/compositor comentou sobre alguns sucessos que ele produziu para grandes artistas e para ele mesmo. Check it out:

Para quem Pharrell ainda não produziu? No currículo do hitmaker têm nomes de gigantes da música como Beyoncé e Justin Timberlake e grandes maestros como Hans Zimmer e Heitor Pereira, e artistas sem barreiras como Daft Punk e Scissor Sisters.

Williams disse que seu passado musical diverso é bem responsável pelo som do seu novo álbum “G  I  R  L”.

“Eu queria trabalhar com todas as culturas e todo tipo de pessoa para eu poder aprender mais sobre minha profissão,” disse Pharrell, que produziu músicas sozinho, mas a maioria delas fazendo parte do The Neptunes, com Chad Hugo. “Todos os artistas que tivemos a benção de trabalhar mas que não pareciam com a gente, não soava como a gente e nem dançava como a gente, tudo isso foi a razão de eu conseguir fazer esse álbum.”

Pharrell ganhou o Grammy de Melhor Produtor do Ano Não-Clássico em janeiro, graças a seu trabalho em “Blurred Lines” do Robin Thicke e “Get Lucky” do Daft Punk. E agora ele está de volta às paradas de sucesso com “Happy”, que foi indicada pelo Oscar.

Na entrevista, Pharrell comenta sobre 5 músicas favoritas que ele produziu.

Usher – “U don’t Have To Call” do álbum “8701” (2001): música composta apenas por Pharrell. Essa música foi outro sucesso na épica jornada como um dos ícones pop dos anos 2000. “Ele é um maestro… a voz dele é incomparável… ele vai além do que a maioria das pessoas acham que ele pode fazer,” Pharrell disse. “Eu apenas adoro quando fazemos uma black music colorida. Não há nada como isso. Eu amo todo tipo de música e todos os gêneros, mas obviamente só sinto uma enegia gostosa com música black animada… o que é raro ouvir em rádio pop.”

Jay Z – “Som Ambitious” (feat. Pharrell) do “The Blueprint 3″ (2009): o primeiro sucesso de Pharrell com Jay Z  veio quando “I Just Wanna Love You (Give It 2 Me)” estourou em 2000, e desde então os dois não pararam de trabalhar juntos. “Ele continua ficando melhor 0 como vinho,” disse Pharrell sobre o rapper veterano. “Ele é algo a mais. Quando você conversa com ele você vê roxo. Ele é um sábio.”

Pharrell – “Gust Of Wind” (feat. Daft Punk) do álbum “G  I  R  L” (2014): Williams comentou que a criação de “Gust Of Wind” foi como desenhar um quarto na sua casa onde alguma das peças de acento não se encaixa perfeitamente. Então os robôs chegam para ajudar. “Uma música diz o que ela precisa, onde deve ir, ou que melodia está faltando, ou se pode ter mais algo… como ‘Gust Of Wind’ eu sentia algo bom e eu adorava a música, mas eu sentia, tipo ‘Cara, sabe de uma coisa, será perfeito ter os Robôs no refrão e harmonizar comigo,'” ele disse. “Eu toquei para ele e instantaneamente, sabe, eles são robôs e eles caíram de cabeça. Não houve tempo a perder.”

Missy Elliot – “On and On” do “The Cookbook” (2005): “Essa é uma das minhas bases de favoritas de hiphop de todos os tempos porque ela é tão  heterodoxo,” Williams comentou. “É a Missy! Então, você está trabalhando com uma pessoal genial. Ela se transforma em qualquer coisa. O espirito dela é maior que a vida. Ela sabe como ir para outras dimensões.”

N*E*R*D – “Life As a Fish” e “Inside Of Clouds” do álbum “Nothing” (2010): “Essa foi uma ode à consciência e o valor da consciência,” ele disse sobre a refletiva “Life As a Fish.” Ele acrescenta que “Inside Of Clouds” é sobre “a valorização da água e o que isso significa para a nossa própria biosfera.”

Fonte: TheNeptunes.Org

The Guardian Entrevista Pharrell que Fala Sobre Seu Primeiro Álbum, “G I R L”, Will.i.am e Mais

Pharrell Williams

Pharrell Williams: “Minha música é bem maior do que eu, e do que eu sou”

Pharrell escreveu 3 dos maiores hits de 2013 e fez música com todo mundo de Daft Punk a Miley Cyrus. Então porque ele pensa que nunca será grande como Jay Z?

Mencione Pharrell Williams para qualquer um que saiba algo sobre música e começarão a esbanjar dados do tipo: “você sabia que Pharrell é responsável por 50% da música que toca nas rádios, ou é 60%?”

Entusiastas do homem a frente do N*E*R*D farão você acreditar que o produtor-compositor-músico é responsável por todo sucesso musical dos EUA e Reino Unido dos últimos 20 anos, e é verdade que ele está por trás de muitos deles: “Blurred Lines” e “Get Lucky” do ano passado; antes disso, “I’m A Slave 4 U” de Britney Spears, “Rock Your Body” de Justin Timberlake, “Drop It Like It’s Hot” do Snoop Dogg e diversos outros. Na verdade, esses dados levam as pessoas a lembrar de 2003, quando o The Neptunes – a dupla de produção formada por Pharrell e Chad Hugo – produziram quase 20% das músicas que tocavam nas rádios Britânica e 43% das rádios Americanas. Esses sim são dados excepcionais.

Mas o que é mais excepcional é que aos 40 anos de idade, depois de mais de seis anos sem um sucesso como artista solo ou produtor, e quando muito de seus contemporâneos estão considerando aposentar o microfone, Pharrell atinge um status estratosférico. Ele estava por trás dos dois maiores sucessos de 2013, co-escreveu, produziu e participou da controversa “Blurred Lines” do Robin Thicke (parte da letra: “Eu sei o que você quer […] Te darei algo grande o bastante para arrebentar seu rabo em duas partes”), e também participa dançando no vídeo da música (igualmente controverso: os homens estão todos vestidos e as mulheres passivamente nuas). Ele fez o mesmo para o segundo single mais vendido do ano, “Get Lucky” do Daft Punk – e depois marcou seu primeiro número como artista solo com “Happy”, a animada faixa inspirada-em-Motown que é sem sentido do mesmo jeito que é edificante (“bata palmas se você sente como um quarto sem teto”). No Oscar ele se apresentou e dançou na primeira fila com Meryl Streep e Lupita Nyong’o. Todas as três músicas são trabalho de um gênio do pop em seu auge: no momento, ninguém pode evocar uma dance music tão contagiante como Pharrell.

Pharrell fazendo Meryl Streep se mexer ao som de 'Happy' no Oscar 2014

Pharrell fazendo Meryl Streep se mexer ao som de ‘Happy’ no Oscar 2014

Depois de mais de 20 anos nos negócios da música, ele acabou de lançar seu segundo álbum solo, ‘G  I  R  L’. O que o fez demorar tanto? Nós o conhecemos em um estúdio da Sony em Londres, onde ele estava tocando o álbum pela primeira vez para um monte de gente. Levando em consideração o padrão do Pharrell, ele estava vestido casualmente: camisa de bolinhas, um cardigan cinza, o enorme, e já marca registrada, Chapéu Buffalo de Vivienne Westwood e um mix bizarro de joias, jade, diamantes, ouro e perolas pendurados em seu pescoço. Ele exibe o álbum com uma voz jovial hipnotizante. Esqueça Blurred Lines “e sua letra questionável e a estética do vídeo”, ele disse – isso é o que ele realmente pensa sobre mulheres. Então ele começa a falar: como mulheres poderiam acabar com nossa economia se elas não fossem trabalhar, como elas poderiam acabar com a espécie humana apenas dizendo “não”, como o mundo seria diferente se 75% dos líderes políticos fossem mulheres (“Isso vai acontecer e eu quero estar do lado certo quando acontecer”). Agora ele realmente segue seu fluxo: “são mulheres que compram minha música, mulheres que me amam, mulheres que me mantem nos negócios, mulheres são meu tudo”. Não chega ser Andrea Dworkin (famosa feminista extremista), mas isso parece ser um Pharrell parcialmente reconstruído. ‘G  I  R  L’ teve uma recepção calorosa dos jornalistas e críticos, e ele parece genuinamente humilde. Ele junta as mãos em suplica – um gesto que será familiar para todos nós.

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Pharrell É a Capa da Revista GQ de Abril

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Pharrell Williams será a capa da edição de abril da revista GQ. Além das fotos, Williams comenta sobre diversos assuntos, entre eles, o porque de seu álbum ter tido a data de lançamento adiantada. “O pessoal da gravadora disse para eu aproveitar a apresentação do Oscar, porque teria bilhões de pessoas assistindo,” Pharrell disse.

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Ele também faz um ótimo trocadilho com a música “Let It Go”, do filme ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, que ganhou o Oscar, quando perguntado o quanto ele queria ter ganhado o prêmio. “Quando eles leram o resultado, minha face estava congelada (frozen em inglês). Mas então eu pensei a respeito, e eu decidi…deixar pra lá” (‘let it go’ foi o termo usado por ele).

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Ele também comenta como percebeu que ainda não era totalmente feliz até 2007 (depois do lançamento de seu primeiro álbum ‘In My Mind’). Mas que não se arrependia da época do boné de caminhoneiro, e mesmo não sendo totalmente feliz, músicas como ‘Run To The Sun’ do N*E*R*D dava força à muitas pessoas, o que o deixava contente.

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Comentando sobre seu novo álbum ‘G  I  R  L’, Pharrell dá um grande discurso sobre como mulheres como Hillary Clinton estarão no poder, e como foi uma besteira o terem criticado por não ter nenhuma mulher de pele escura na capa do seu disco. “Você assiste meu vídeo de ‘Happy’ e vê todo tipo de pessoas: negras, brancas, roxas, gays, heteros, alienigenas. Eu coloquei até a porra de um cachorro lá. Tem crianças no vídeo. Eu devo ser uma das pessoas mais despreconceituosas que existe.”

O repórter lembra da ocasião em que Miley Cyrus procurou Williams para trabalhar no mais recente álbum dela ‘Bangerz’, em que pessoas próximas a cantora disseram para ela não trabalhar com Pharrell, dizendo que ele não é “mais aquele cara de antes”. “Eu não ligo,” disse ele,  “porque eu ainda recebo ligações de caras como  Jay Z e  Usher.”Pharrell-williams-gq-magazine-abril-2014-mens-style-fashion-color-04

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Fonte: GQ Magazine

Sessão de Fotos com Pharrell Williams: ‘Cavalgando’ nos Bastidores

A revista Saturday Weekend do The Guardian apresenta uma sessão exclusiva e uma entrevista com Pharrell Williams. Do seu jeito idiossincrático (único e peculiar) em relação à moda, ele demonstra a sua admiração por Johnny Depp em sua fase de cowboy, e aqui estão cinco coisas que aprendemos sobre seu estilo nos bastidores neste dia.

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1. Ele é MUITO ligado a esse chapéu.
Ele chegou ao estúdio usando ele e nossa editora de moda masculina Helen Seamons disse que ele se animou consideravelmente quando ela lhe deu uma nova versão do chapéu na cor rosa. Ele adorou tanto que ele fingiu que vomitava nele e disse: “é tão ‘sick’ esse chapéu.” (sick: gíria para ‘incrível’, mas significa literalmente ‘doente’, por isso, ele fingiu vômito). Não, de verdade, isso é um elogio. Enquanto ele olhava as roupas para discutir quais usaria, ele não conseguia esquecer O Chapéu sugerindo qual a cor para cada look. Outro detalhe sobre o acessório: havia seis chapéus na sessão de fotos e ele levou cinco para casa. Ah, e ele não sabia que há uma lista de espera de um ano para o chapéu de £95 (mais ou menos R$370,00) da Vivienne Westwood.

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2. Não se deixe enganar por nossas fotos, ele não curte tanto cavalos
Ele estava nervoso em torno de suas duas “co-estrelas”. Mas, Helen disse: “ele foi muito profissional, quer dizer, ele os deixou lambê-lo”.

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3. Para uma celebridade ele é fácil de lidar em relação as roupas, mas ele sabe o que ele gosta
Ele não gostou de um par de botas que ele julgou muito pontudo, mas ele estava concordando com a maioria, que escolhemos com Pharrell em mente. Ele amou em especial um macacão Balmain, um jeans Levi’s e uma camisa Alexander McQueen. Uma capa da Hermès está em sua lista de compras, e ele também estava interessado em um balde de Hermès. Sim, você leu certo – um balde de Hermès.

Johnny Depp photographed in 2001 by Jerome de Perlinghi /Corbis Outline

Johnny Depp photographed in 2001 by Jerome de Perlinghi /Corbis Outline

4. Ele é um fã da fase cowboy do Johnny Depp
A vibe da filmagem – sugerida pelo próprio Pharrell – era “hippie Trustfund” (tipo de hippie que não entende nada sobre as ideologias e cultura hippie, e acaba misturando tudo, inclusive roupas). Antes das filmagens, a equipe do Pharrell enviou algumas fotos retrô de Johnny Depp, retratos temperamentais românticos que são simples, icônicos e atemporais. “Gostaria de trabalhar em um contexto de uma casa pré-fabricada no deserto (se possível em um estúdio). Hippie moderno.”

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5. Ele não é um cara que come salada entre as fotos
Entre uma fotografia e outra ele leu resenhas de seu álbum no BlackBerry, conversou com sua esposa sobre as roupas, e tentou pedir um Caranguejo Alfredo para seu almoço. Não, nós também não. E não, o estúdio não tinha.

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Todas as fotos de Pharrell Williams: Helen Seamons/The Observer

Tradução: Ju Borges

Fonte: The Guardian

Kiss Entrevista Pharrell e Kevin Hart em Australia

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A estação de rádio australiana Kiss fez uma entrevista com o comediante Kevin Hart e o músico Pharrell Williams e os artistas falaram sobre quando se conheceram e ser diferente e o melhor no que faz profissionalmente. Kevin afirma que eles se conheceram em um estúdio de música, “talvez em Miami, mais ou menos 6 anos atrás”.

Entre diversos elogios de Pharrell para Kevin e vice e versa, o comediante comenta como Williams pensa sempre fora da caixa e sempre esta fazendo coisas diferentes, sem se limitar. E comenta como as animações da franquia “Meu Malvado Favorito”, quais Pharrell participou e produziu as trilhas sonoras, são umas das animações mais lucrativas de todos os tempos.

Veja a entrevista abaixo:

Pharrell Fala Sobre Como Adora Fazer Rap

Em sua passagem pela Austrália, devido ao Future Music Festival, Pharrell Williams deu uma entrevista de rádio no programa Triple J. Na conversa, ele fala sobre como adora “fazer rap”, e comenta sobre seu verso em “Aerosol Can”, música do Major Lazer, que ele lembra de tê-lo feito há “uns dois ou três anos atrás”.

The Doctor, o apresentador do programa, também pergunta a Williams sobre o verso que ele escreveu em 1992 para Teddy Riley na música “Rump Shaker” do Wreckx-N-Effect.

“Aerosol Can”

“Rump Shaker”

Fonte: TheNeptunes.Org

Próximo Single do Pharrell Será ‘Marilyn Monroe’

Em uma entrevista via telefone para o programa de rádio The Breakfast Club, Pharrell afirmou que o próximo single do álbum “G I R L” será “Marilyn Monroe”. Na verdade o assunto era sobre a controversa da capa do seu CD, que foi criticado por algumas pessoas por não ter uma “mulher negra de pele escura”.

“O que me desapontou é que essas pessoas se precipitaram, porque a mulher a quem eu estou mais próximo é uma negra. Ela é uma negra de Wisconsin, que namorei há 10 ou 12 anos atrás. Isso é chato, cara! Pessoas olham algo e acham que sabem o que está acontecendo. Se elas pelo menos se incomodassem em ouvir meu álbum, eles saberiam que é uma ode para as mulheres, ponto final. E a coisa que eu quero ‘matar’ e mudar é esse padrão de beleza que você tem que ser branca e esbelta para ser bonita. Meu próximo single é ‘Marilyn Monroe’, e é lógico que, ‘não é nem Marilyn Monroe, ou Cleopatra, por favor, nem Joana D’arc, elas não significam nada para mim, eu só quero uma garota diferente'”, disse Williams, citando o refrão da próxima música de trabalho.

Ouça a entrevista abaixo:

Fonte: HypeTrak

Pharrell Williams: Eu respeito as mulheres

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Pharrell insiste que respeita as mulheres, porque ele sabe a “importância” delas. O cantor e produtor de 40 anos colaborou com Robin Thicke e o rapper T.I. no ano passado com o sucesso mundial “Blurred Lines”. Mas o vídeo do single, em sua versão “x-rated” (censurada) – que contou com mulheres nuas – atraiu críticas por ser sexista e misógino. Wiliams refuta as acusações e insiste que ele ama todas as mulheres, e acredita que em breve elas ultrapassarão os homens, sendo então gênero mais poderoso.

Falando sobre a inspiração por trás de seu novo álbum, ele disse: “‘Minha musa para o CD foram as mulheres. Eu as amo… porque eu sei a sua importância. Se mulheres quisessem acabar com este país, economicamente, elas poderiam simplesmente não ir trabalhar e o Reino Unido estaria terminado. E ocorrerá uma grande mudança… Haverá um tempo em que as mulheres serão pagas, tanto quanto os homens. Haverá um momento, no qual, 75% dos nossos líderes mundiais serão mulheres.” O hitmaker de “Happy” também comparou o infame vídeo de “Blurred Lines” com a forma à qual as mulheres nuas são retratadas em obras de arte.

Pharrell disse à última edição da revista London’s Time Out “É sexista quando você anda em um museu e um monte de estátuas têm os seus peitos para fora? As mulheres do vídeo não estavam fazendo nada sexual: elas estavam apenas dançando. Só porque elas tinham os seus peitos para fora que era ‘machista’? Eu não fiz nada de conotação sexual para qualquer uma dessas mulheres, eu não permitiria isso.”

Tradução: Ju Borges

Fonte: Starpulse