Pharrell Williams Brasil

CategoriaEditorial

Pharrell e o i am OTHER Curtiram eBook Ilustrado Com as Letras de “G I R L”

0. Cover

Que orgulho!

Pharrell curtiu e comentou no post do Pharrell Williams World sobre o eBook Lyrics de GIRL que produzimos. E o i am OTHER compartilhou no facebook e twitter. Dá uma olhada que foda! :)

Pharrell-Curtiu-Facebook-ebook-GIRL-Lyrics-Pharrell-Williams-Brasil

Check out this amazing G I R L Lyric Book by Pharrell Williams Brasil. We love the creativity of #OTHERS all around the world! http://pharrellwilliams.com.br/g-i-r-l-the-lyrics-ebook/

Posted by i am OTHER on Thursday, September 10, 2015

Agradecemos todo o suporte, elogios e compartilhações do projeto!

_\\//

Baixe AQUI!

“G I R L” – The Lyrics eBook

0. Cover

Há alguns meses atrás tive a ideia de fazer um arquivo em pdf com as letras do álbum “G I R L” do Pharrell para colocar no iPhone para acompanhar enquanto eu escutava as músicas. Preferi fazer de maneira diferente, ilustrado, animado, “cool”. Então, depois de 3 ou 4 meses nasceu “G I R L – The Lyrics eBook”, projeto que tive um prazer enorme de fazer, com ajuda de amigos e inspiração de artistas que achei pelo mundo da web.

Check it out:

“G I R L – The Lyrics eBook”

0.5 Credits and Thank Yous

1. MARILYN MONROE 1

1. MARILYN MONROE 2

2. BRAND NEW

3. HUNTER

4. GUSH

5. HAPPY

6. COME GET IT BAE

7. GUST OF WIND

8. LOST QUEEN

9. FREQ

10. KNOW WHO YOU ARE

11. IT GIRL

Baixe em PDF para colocar no seu smartphone.

#TBT Slim Thug – “Already Platinum” (Especial 10 Anos)

Slim-Thug-Already-Platinum-2005-10-Anos-TBT-Neptunes-Pharrell-Williams

Há 10 anos o Slim Thug lançava um dos seus melhores álbuns: “Already Platinum”. O disco foi lançado pela Geffen e Star Trak, antiga gravadora do The Neptunes. Pharrell e Chad Hugo produziram a metade desse projeto do rapper de Houston, inclusive os singles “Like A Boss” e “I Ain’t Heard Of That”.

Slim disse em uma entrevista que deveria ter lançado seu segundo álbum “Boss Of All Bosses” antes de “Already Platinum”. Segundo o rapper o segundo disco é mais “Houston” e faria mais sucesso, já que naquele ano o estilo rap-do-sul estava bombando. Porém, Thug diz que não sabe qual deles é o álbum favorito de sua carreira.

O rapper vendeu várias mixtapes enquanto era um artista independente. No entanto, esse álbum que o fez ter exposição, se tornando relevante, na mídia e no mundo do hip-hop. “Slim Thug nunca mais fará um álbum igual a Already Platinum.” Essa é uma frase do próprio, mas qualquer pessoa que já ouviu o disco pode dizer o mesmo.

Deve ter sido um desafio para a dupla e para o rapper trabalharem juntos. Slim por sair do underground para trabalhar com super-producers, e o The Neptunes tendo que encaixar suas bases pop pesadas no som de Houston cheio de percussões densas e sintetizadores deformadamente lentos.

“Like A Boss”, por exemplo, que traz um instrumental de Banda Marcial, um excesso de tuba, e a voz estereotipada de uma típica negra de Houston gritando “Slim You’re Tha Motha Fucking Boss” é um dos trabalhos mais marcantes e empolgantes de Pharrell e Chad. Faz o ouvinte instantaneamente saber que está ouvindo uma porrada. É um remix do The Neptunes do som de Houston. Uma homenagem!

O outro single, a poderosa “I Ain’t Heard Of That”, que originalmente trazia Jay-Z com um verso e no refrão, é um trabalho primordial dos produtores de Virginiam que gruda 808s em bongos e outras percussões de mão com sintetizadores que parecem que saíram direto de um filme de suspense/sci-fi que ecoam enquanto Slim entrega um dos melhores flows de sua carreira.

“I Ain’t Heard Of That” (1ª versão)

*Pharrell que canta “feliz” hoje, antigamente era um traficante (risos).*

Uma coisa sobre o álbum que só quem esperava muito por ele na época sabe: ele tem uma versão “clandestina”. “Already Platinum” vazou alguns meses antes de ser lançado, que seria em fevereiro de 2005, que ocasionou a data oficial de seu lançamento: 12 de julho de 2005.

Algo que ficou claro na metade da última década foi que o projeto com o rapper do sul trouxe a “besta” que há em Pharrell Williams, que fez um trabalho f#d@ ao tentar ser um produtor de rap do estilo Texas. Quando o cantor de “Happy” fala que os produtores de “Meu Malvado Favorito” o fizeram fazer 9 versões da música até ele chegar no resultado final, isso nos faz imaginar que Slim Thug teve o mesmo efeito. E, provavelmente, os kick drums (baterias) de peso que desenvolvidos por ele nas faixas “Already Platinum”, “Click Clack” e “This is My Life” são mães das usadas no notório “Hell Hath No Fury” (2006) do Clipse. Além das produções, Williams estava no seu modo “Pharrell-Enzo” (Ferrari Enzo era um dos carros que ele dirigia na época). Muitos fãs de Pharrell, eu e Tyler, The Creator inclusive, acham que é a melhor fase dele, já que ele fazia rap atrás de rap falando de seus carros, roupas, joias e mulheres. Há 10 anos, Pharrell realmente era muito diferente em todos os aspectos pelos quais ele é conhecido: composição/rap, bases/produções e estilo.

Already Platinum foi praticamente responsável por Slim Thug ter conseguido colaborar em canções com Beyoncé e Gwen Stefani. Abrir shows para 50 Cent e Eminem. E colocou o rapper, que até aquele momento só tocava para o público underground, nas paradas de sucesso e nos ouvidos dos fãs de Pharrell e Chad.

Infelizmente, ou não, o “casamento” entre Slim Thug e o The Neptunes durou apenas um álbum, e como todo matrimônio, acabou, mas foi bom enquanto durou.

SLim-Thug-Advance-Versão-Pharrell-Williams“Already Platinum” (1ª Versão)
01. “Move Somethin'”
02. “Like A Boss”
03. “I Ain’t Heard Of That (Change Clothes)” feat. Jay-Z
04. “This Is My Life”
05. “Chicken Strip feat. Pharrell
06. “Do It For U” feat. Pharrell
07. “So Incredible” feat. Jazze Phae
08. “Put Ya Up Ma”
09. “Problematic”
10. “Love This Game”
11. “Rock Star”
12. “3 Kings” feat. T.I., Bun B & Lil’ Jon
13. You Too Clean”
14. “So Lost”

Slim-Thug-Already-Platinum-2005-10-Anos-TBT-Neptunes-Pharrell-Williams“Already Platinum” (Versão Original)
1. “The Intro”
2. “Like a Boss”
3. “3 Kings” (featuring T.I. & Bun B)
4. “Diamonds”
5. “Boyz ‘N’ Blue” (featuring Killa Kyleon, Sir Daily, PJ and Chris Ward)
6. “I Ain’t Heard Of That (Remix)” (featuring Bun B)
7. “Click Clack” (featuring Pusha T)
8. “Everybody Loves a Pimp” (featuring Jazze Pha)
9. “Already Platinum” (featuring Pharrell)
10. “Ashy to Classy”
11. “The Interview”
12. “Playa You Don’t Know”
13. “Miss Mary”
14. “Incredible Feelin'” (featuring Jazze Pha)
15. “This is My Life” (featuring LeToya Luckett)
16. “Dedicate”

Veja a seguir algumas filmagens do making of do álbum:

Leandro Matos – “My Brother P” (Música Inspirada no Trabalho de Pharrell Williams)

Lenadro-Matos-My-Brother-P-Cover-Art-Pharrell-Williams

É com enorme prazer que faço essa postagem contando a história por trás de um dos sons mais incríveis que escutei esse ano.
Leandro Matos é cantor, compositor e produtor musical, 30 anos, paulistano, e um grande fã da música de Pharrell Williams. O conheci via redes sociais, e tive o prazer de descobrir esse grande talento pessoalmente, alguns dias antes do Lollapalooza Brasil 2015. Simpático e de uma simplicidade ímpar, Leandro queria que eu tentasse entregar para Pharrell o manuscrito da música “My Brother P”, que ele compôs inspirado na música do P.

Entre conversas, Matos me contou uma história que, por menos provável que ele tenha realmente conversado com Williams, não deixa de ser bonita de escutar, se inspirar, e de acreditar que a internet e a música pode providenciar inspiração com poder de mudar sua vida.

“Entre 2009 e 2010, eu despretensiosamente procurei um modo de acompanhar mais de perto a vida e a obra de Pharrell Williams. Busquei vídeos, blogs, notícias e redes sociais que envolvessem o nome do produtor. Entre um aglomerado de buscas no Google encontrei uma conta do Facebook com um suposto perfil pessoal do Pharrell. Adicionei para acompanhar, pois lá havia muitos textos, fotos, e links sobre The Neptunes, Star Trak, BBC, etc.

Mandei uma mensagem particular mencionando meu apreço pelo seu trabalho e o quanto ele me inspirava. Agradeci de antemão pela a atenção e pela inspiração que ele exercia em minha vida e na minha música. Pois bem, passado um determinado tempo recebi uma mensagem desse perfil agradecendo pelo carinho com uma frase do tipo ‘HAHA!!! MUITO OBRIGADO, FICO MUITO FELIZ POR ISSO’. Resolvi enviar mais uma mensagem, desta vez o parabenizando pelas músicas “OUR FATHER” e “REALLY LIKE YOU”, e perguntei quais músicos gravaram na faixa “R.L.Y”. Então, o perfil respondeu prontamente que a música tinha duas versões e que em uma delas ele havia gravado bateria, Piano, Guitarra e percussão. Explicou com detalhes qual instrumento gravou primeiro e quais tipos de percussão ele usou. Fiquei extasiado e impressionado, e continuei a falar com ele. Falei que era músico e talz, cheguei até a mandar algumas coisas pra ele ouvir. Recebi respostas entusiasmadas e diversos elogios. Ele também dava conselhos sobre música, negócios e sobre a vida. Outra vez, perguntei quais artistas o influenciaram, ele respondeu: “A Tribe Called Quest”, que pra mim não foi surpresa alguma. O suposto Pharrell também mencionou um artista que eu não conhecia Don Blackman, e que fiquei apaixonado pela sua música “Holding You, Loving You”. Muito Foda!

Certa vez ele escreveu uma mensagem com algo mais ou menos assim: ‘PARABÉNS, VOCÊ TEM GRANDE POTENCIAL E SENSIBILIDADE’, e eu respondi: ‘OBRIGADO… EU AINDA VOU TOCAR COM VOCÊ!’. Ele retrucou “HAHA, ESTOU TE ESPERANDO!” Nessa época ele havia acabado de lançar um projeto filantrópico com o ex-presidente Clinton, com o intuito de descobrir jovens talentos ao redor do mundo. Cheguei a me inscrever, mas não consegui recursos.

O tempo passou e logo o perfil foi deletado. Em seguida, no dia 1 de dezembro de 2011, foi lançada a página oficial com a frase ‘PHARRELL PHONES HOME!’ Daí pra frente não tive mais contato.

Não sei ao certo se era realmente o Pharrell Williams. Dúvido que fosse, mas um pouco de mim quer acreditar muito que era. haha!!! De qualquer maneira sou muito grato, pelo incentivo, conselhos, pela conversa, e pela inspiração. Fez-me querer ser outra pessoa, a pensar completamente diferente, e está em minhas memórias, orações e sonhos.

No dia 25 de março de 2015 as 9h da manhã se iniciava o trajeto de uma longa caminhada e a concretização de uma obra repleta de esperança, sonho e utopia, desejo e atitude, uma canção munida de brio. Eu, um jovem aspirante à música transpirava notas musicais, melodias e harmonias que o vento soprou por longas e duras estações até chegar aos meus ouvidos me dando um tapa no córtex frontal, mexendo com cada estrutura do meu corpo, com cada nervo, com cada sentimento. Posso dizer que esse sopro de inspiração passou a ser meu ar, minha voz, meu Beat cardíaco, minha transpiração, meu combustível. Há um certo enlevo entre a música do Pharrell Williams e eu, que naturalmente mudou a minha vida!”
– Leandro Matos.

Ouçam aí o resultado dessa história: “My Brother P”

Imagens do Making Of

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-1

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-2

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-3

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-4

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-5

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-6

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-7

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-8

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-9

Leandro-Matos-My-Brother-P-Making-Of-Pharrell-Williams-10

Pharrell Williams Ao Vivo No Lollapalooza Brasil – Review de Fã

Pharrell-Lollapalooza-2015-Review

Por Rafael Cruz.

Pharrell tocou ontem no festival Lollapalooza Brasil 2015 e eu estava lá. E decidi fazer um review dessa experiência a partir da minha visão de fã como foi estar lá no Autódromo de Interlagos para ver o cara que me inspira a manter esse site.

Cheguei no Lolla na metade do show do Foster And The People. Eles tocaram no palco Skol, o mesmo do Pharrell. Após o final do show da banda, fui para a pista, que esvaziou quase totalmente, sobrando algumas pessoas na grade que, provavelmente queriam ver o P.

Encontrei com amigos que fiz na internet por causa do P. Estavam todos ansiosos. Entre conversas, combinei com eles de “continuarmos cantando Beautiful mesmo quando Pharrell parasse”. Todos toparam.

Confesso! Estava pessimista quanto o número de pessoas que iriam ver Williams no festival. Falei para diversos amigos que o evento tinha se precipitado ao chamar o cara para ser headliner. Acabou que quem estava sendo precipitado era eu.

Quando deu o horário do show, 20h15, e Pharrell não tinha subido ainda, a pista do palco Skol já estava com muito mais gente que eu esperava, até que quando ele começou a cantar eu nem conseguia ver até onde ia o público.

A performance começou com “Come Get It Bae”. Todo mundo já estava enlouquecendo. Cantando alto. Dançando muito. Eu já estava fora de mim.

Logo depois veio o segundo maior hit do cara: Frontin’. A galera que tava perto de mim, que em sua maioria eram fãs como eu, de longa data, gritava as letras. As pessoas tentavam dançar no meio do empurra-empurra e ao mesmo tempo erguiam o pescoço para tentarem ver P no palco. A energia era de elevar um avião. Uma grande amiga, que é tão fã quando eu, estava na minha frente e fez questão de olhar para trás e me mostrar a cara de satisfação por estar vendo o cara performar o que pode ser a música favorita de todo mundo que acompanha o trampo dele desde o começo dos anos 2000.

E depois veio “Hunter”. Essa música ao vivo é FODA! O swing. O ritmo. As BAES dançando. Eu dancei my ass off nessa parte. Eu tava com as mãos para cima, dançando e cantando. Foi quando olhei pro lado e vi outro grande fã do Pharrell, que conheci nas redes sociais da vida, estava cantando fervorosamente como se estivesse na igreja pedindo a Deus por um milagre. Eu não estava sozinho sentindo toda aquela energia.

Em “Marylin Monroe”, muita gente cantou! Sério! MUITA GENTE! Eu ouvi um coro alto. E eu nem gosto muito dessa música. Quer dizer, agora, depois do Lollapalooza, ela tem algo especial.

O Medley clássico: “Hot In Herre” (Nelly), “Give 2 Me” (Jay Z) e “Pass The Courvoisier” (Busta Rhymes). Que loucura que foi! Eu agarrei todo mundo que estava em minha volta e pulamos tão alto que achei que o chão ia ceder! “Don’t This Shit Make My People Wanna Jump, Jump?” Sim! E pulamos pra caceta!

Na hora das BAES quebrarem tudo com suas danças e requebradas como se tivessem nascido no Brasil tocou: “When The Last Time” (Clipse), “U Don’t Have To Call” (Usher), “I’m A Slave 4 U” (Britney), “Milkshake” (Kelis), “Shake Ur Ass” (Mystikal), “Move That Dope” (Future). Talvez tiveram outras, mas não me lembro agora. (Quem lembrar, por favor comentem nesse post).

Então chegou a hora das músicas do N*E*R*D. Logo percebi que iam chamar os malucos pra subir no palco. Enlouqueci! Me joguei o mais perto da grade possível para tentar ser puxado pra dentro. Não fui =(. E fiquei levemente frustrado, ainda mais por ver que quase nenhum dos caras que foram lá pra cima não sabiam nem o refrão da música!

Porém, fui recompensando. A amiga citada acima foi uma das garotas que subiram pra dançar e cantar “She Wants To Move” com Pharrell. Antes dela dar atenção para ele, ela, lá de cima, veio até perto da onde eu tava e mandou um Star Trak (_\\//). Quase chorei.

Depois, Pharrell comentou que ia tocar uma música que ele fez com o Snoop. Não era Beautiful, ainda. Era “Drop It Like Its Hot”. Todo mundo gritou tão alto “Snooooooooooooooooooooop” que foi a primeira vez que o surpreendemos. E então, veio “Beautiful”.

A música em que o clipe foi gravado no Brasil, no Rio de Janeiro, é especial para gente. É a maior ligação de Pharrell Williams com o nosso país. Tínhamos que fazer daquele momento algo especial. E FIZEMOS! Como pedi para todo mundo que pude, cantamos o bridge de Beautiful mesmo quando Pharrell já tinha parado. Acertamos ele com palmas e um coro cantando “I just want you…to know that you are really speciaaaal, oh aahh ohh aahh oh aaahh o aahhhh”. Vocês sabem do que eu to falando! E isso tomou uma proporção enorme. Daonde eu estava, parecia que todo mundo que tava no festival tava cantando. Talvez até Didi Wagner! (Risos). Foi nosso presente para Pharrell. Ele aceitou. Olhava para trás, para sua banda, dançarinas e backing vocals, e depois para sua esquerda, onde Helen (sua esposa) tava sentada, como se dissesse “Vocês estão vendo isso?”. Foi lindo.
PS: estou definitivamente em poucas lagrimas enquanto escrevo essa parte, porque decidi ver O VÍDEO do momento e dá pra ver que em 2:14 fomos eu e a ‘minha galera’ que iniciou tudo.

E teve “Gush”, “It Girl”, ambas do álbum GIRL. “Blurred Lines” fez todo mundo cantar o pegajoso “Hey Hey Hey”, do mesmo jeito que fez muita gente lembrar do Marvin Gaye (risos). Mas, novamente, não estava apenas vendo nosso ídolo no palco. Nós estávamos numa grande festa em que nosso ídolo estava cantando. Fiquei muito orgulhoso de ver poucas câmeras levantadas perto de mim.

“Get Lucky” foi outro hino. Porque, né? Brasil adora essa música! A festa apenas continuou. Olhei para trás e tinha tanta gente cantando que pensei: ‘cadê vocês para darem acessos ao meu site, einh?’ “Loose Yourself To Dance” continuou a balada, porém, perdi alguns momentos porque foi a hora que começaram a pegar crianças para, mais futuramente ali, dançarem “Happy” no palco.

Foi então que veio “Gust Of Wind”. Eu tinha esquecido que ele ia cantar essa música. Já tinha visto que ele tocou na Argentina. Quando percebi que se tratava dessa música, eu já temi: “vou chorar”. Acho que nunca falei para ninguém, mas essa música me emociona quase toda vez que a ouço. Para ser mais específico, é quando começa o último refrão (3:57). Os vocais do Pharrell soam de uma maneira que parecem querer tirar os pés do ouvinte do chão com toda a força. E adivinha em que hora começou a correr lagrimas aqui? Hahahaha.

E finalmente começou “Happy”. Uma molecada animada subiu lá para dançar com Pharrell a canção que, com certeza o fez ser escolhido para ser headliner do festival no último dia de Lollapalooza. Eu estava sem voz. Abraçando e dançando com meus amigos. Cantando tão alto que entrou papel picado na minha boca!

Enfim! O show não foi só do Pharrell Williams. O show dado por mim e pelas pessoas que estavam lá, seja cantando, dançando, gritando, pedindo para subir no palco, que subiu no palco, que fez o sinal Star Trak para sair nas fotos, que choraram e riram com um dos melhores momentos da minha vida.

Obrigado Lollapalooza, obrigado Pharrell, mas principalmente, obrigado a vocês que estavam lá pra mostrarem que eu não sou mais fãs que nenhum de vocês!

Pharrell-Lollapalooza-2015-Review-Fãs

Os 4 Melhores Momentos de Pharrell Williams no Rio de Janeiro

snoop-dogg-pharrell-williams-beautiful-rio-janeiro

Em homenagem ao Rio, já que hoje, 1º de Março é o aniversário de 450 anos da cidade, decidimos juntar os melhores momentos de Pharrell em um dos lugares mais lindos do mundo.

Os 4 Melhores Momentos de Pharrell Williams no Rio de Janeiro

1. Beautiful

Pharrell-Williams-Snoop-Dogg-Beautiful-Video-Rio-de-Janeiro-4-Melhores-Momentos

Um dos vídeos mais icônicos da black music da última década, “Beautiful” mostra Snoop Dogg e Pharrell desfrutando as belezas do RJ: as praias, os pontos turísticos e, é claro, as mulheres.
Se pararmos para pensar, a música pode ser uma declaração de amor para a “cidade de Cristo”. Se você trocar “Rio de Janeiro”, por “Beautiful”, tudo que ouvimos é Pharrell se declarando e dizendo que é o seu lugar favorito, e que RJ é “very special”.
Uma coisa que tenho que confessar, e acho que nunca disse isso para ninguém: TODA vez que estou na Cidade Maravilhosa o instrumental dessa canção fica tocando na minha mente. Não o tempo todo, mas ela sempre vem na mente uma hora ou outra.

O quão legal é ouvir Snoop falar “E AÊ?” no começo do vídeo? Quantas pessoas tiraram fotos pro Instagram na Escadaria Selaron e usaram as hashtags #Beautiful #SnoopDogg e #Pharrell? Quantas pessoas viraram fã de Pharrell depois de ouvir o cara cantar um dos refrões mais famosos dos últimos 15 anos?
Beautiful é FODA!

2. Dude, We’re Going To Rio
Pharrell-Williams-Dude-Were-Going-To-Rio-Video-Rio-de-Janeiro-4-Melhores-Momentos

Talvez uma das coisas mais vergonhosas que Williams já fez em toda sua carreira. Eu só tinha visto o trailer (que já é BEM zuado) até hoje, quando decidi fazer esse post e pesquisar sobre e achar o vídeo inteiro. Porém, vale a pena ver. É no mínimo engraçado e temos a chance de ver o P de uma maneira que nunca vimos antes. Você pode assistir o vídeo inteiro AQUI, onde eu também fiz alguns comentários sobre.

3. Live Earth

Depois de 8 anos, Pharrell e Al Gore decidiram fazer outro festival em pró do meio ambiente. O primeiro ocorreu na cidade Carioca. Ver Pharrell e Shae Haley pela primeira vez foi um dos melhores momentos da minha vida, mesmo ficando puto pelo evento ter feito uma área VIP imensa para um monte de gente rica e famosa que nem conhecia as músicas. Mas, consegui curtir muito o show, que durou mais ou menos 30 minutos. Olha aí um resumo do que rolou:

4. Ensaio para Vogue com Karolina Kurkova

Enquanto P e a modelo Karolina Kurkova faziam um ensaio de fotos para a Vogue no Rio, o diretor e fotógrafo Jason Goldwatch decidiu filmar os dois no backstage e realizar um trabalho tipo documentário chamado “Time Pieces”. O projeto é todo em preto e branco, filmado com uma câmera Super 8 mm, que mostra os heróis pessoais de Goldwatch e ícones culturais. Olha só:

O ensaio “Rocking The Boat” saiu na revista Vogue em 2006. Dá uma olhada nas fotos:

Pharrell-Williams-Karolina-Kurkova-Vogue-Ensaio-Rio-Janeiro-Brasil-2006-1Pharrell-Williams-Karolina-Kurkova-Vogue-Ensaio-Rio-Janeiro-Brasil-2006-4

 

Pharrell-Williams-Karolina-Kurkova-Vogue-Ensaio-Rio-Janeiro-Brasil-2006-2

Pharrell-Williams-Karolina-Kurkova-Vogue-Ensaio-Rio-Janeiro-Brasil-2006-3

Veja o Filme “Perdido” de Pharrell Williams: “Dude We’re Going To Rio”

Pharrell-Williams-Filme-Rio-De-Janeiro-Brasil-dude-were-going-rio-capa

Depois de mais de 10 anos, finalmente podemos ver “Dude We’re Going To Rio”, o “filme” que mostra as aventuras de uma viagem de Pharrell Williams ao Rio de Janeiro.

Por um bom tempo, tudo que tinha disponível na internet sobre esse projeto era um trailer e comentários de Pharrell. Agora, sabemos porque ele tem tanta vergonha do resultado das filmagens dirigidas por C. B. Harding, que na época fazia sucesso como diretor e produtor do reality show “The Osbournes”.

*Os comentários a seguir contém spoilers. O vídeo do filme se encontra no final dessa postagem*

“Cara, Estamos Indo Para o Rio” (tradução livre), mostra Pharrell, Shae Haley (N*E*R*D), Rob Walker (empresário de longa data do The Neptunes) e Big Ben (segurança) no carro, conversando e dando risada até que Rob recebe uma ligação de um dono de balada, interpretado pelo ator brasileiro Sérgio Loroza, oferecendo apenas 10 mil dólares para os caras tocarem em RJ. Eles preferem recusar, até que Pharrell vê o poster de uma garota em uma agência de viagens em que promove o Rio de Janeiro. P fica obcecado e decide ir para o Brasil atrás da misteriosa modelo.

Até aí, já podemos ver que não poderemos pedir qualidade cinematográfica do projeto. Cheio de interpretações ruins, fotografia amadora, roteiro que parece que foi escrito por um moleque de 15 anos virgem e cheio de hormônios, sem falar nas cenas “soft porn” em que Pharrell “se dá bem” com lindas mulheres no estilo que diversos rappers fizeram em seus clipes durante o final dos anos 90 e começo dos anos 2000. “Dude” peca em tantos aspectos que chega ser engraçado. Está aí algo que pelo menos o filme é: “engraçado”. Engraçado não, hilário! As partes em que parecem ser improvisadas por Pharrell quando o mostra sendo bobo, fazendo imitações e zoando seus companheiros de viagem são muito engraçadas.

As piores partes do filme: Pharrell brigando com uns bandidos em uma favela e depois sendo perseguido por eles. E uma cena no Club Rio em que uma banda está tocando se passando pelo o N*E*R*D. É vergonhoso! (Risos)

Melhores coisas do filme: a trilha sonora. Parece que a ideia do vídeo foi escrita em cima do álbum “The Neptunes Present… Clones”, já que podemos ver as cenas se encaixando com as faixas do álbum. A cena no avião parece um sketch do Saturday Night Live. Bem engraçada. Os comissários de bordo cantando “Beautiful” é hilária! (Risos).

Fãs, como eu, com certeza se arriscarão a ver mais de uma vez! O filme é tão ruim que é bom. Tem gente, eu inclusive, que espera isso há anos e com certeza não vai ligar para a qualidade do filme. Porém, quem não for fã provavelmente vai assistir até a metade e desejar nunca ter visto isso na vida.

O filme foi feito na época em que o The Neptunes estava estourado! Pharrell provavelmente achou que poderia fazer qualquer coisa que seria bom. Até hoje o filme nunca foi lançado oficialmente. Parece que pelo menos bom senso os caras tiveram.

Williams comentou sobre o filme uma vez, qual foi questionado sobre em uma entrevista com a Complex. Olha só:

Na época que o Clones foi lançado, houve rumores que vocês fizeram um filme chamado “Dude, We’re Going to Rio.”
Pharrell: Você está tentando me torturar agora?

Não! Estou apenas curioso sobre o que aconteceu com isso.
Pharrell: Era apenas ruim. Não foi feito pelas pessoas certas. Apenas um projeto tosco. Os caras eram legais, mas não sabiam o que era apropriado.

Bom, agora deixo vocês com o resultado da aventura mais bizarra de Pharrell Williams:

Cara…Nos Estamos Indo Para o Rio from Rafael on Vimeo.

Fonte: TheNeptunes.Org

Qual Sua Produção do Pharrell Favorita de 2014?

Pharrell-Williams-Produções-Musicas-2014-Melhores-Favoritas

2014 foi um ano produtivo no estúdio para Pharrell Williams. Tirando as músicas do G I R L, qual foi a música que ele produziu que você mais gostou?

Escolha sua favorita abaixo e vote na lateral:

  1. Alicia Keys – Its On Again (feat. Kendrick Lamar)
  2. BIA – No Apology
  3. BIA – Chain Swang (feat. Fam-Lay & Pharrell)
  4. Buddy – Smoke Signals
  5. Buddy – Alright
  6. Daley – Look Up
  7. Ed Sheehan – Sing
  8. Ed Sheeran – Runaway
  9. Eve – Beat Is So Crazy (feat. Madonna)
  10. Grae – Handle That
  11. Gwen Stefani – Spark The Fire
  12. Gwen Stefani – Shine (feat. Pharrell)
  13. Jennifer Hudson – Just That Type Of Girl
  14. Jennifer Hudson – I Can’t Describe (The Way I Feel)
  15. Jennifer Hudson – He Aint Going Nowhere
  16. Jennifer Hudson – Never Give It Up (Japanese Exclusive Bonus Track)
  17. Jetta – Crescendo
  18. Kap G – Cocaina Shawty
  19. Kylie Minogue – I Was Gonna Cancel
  20. Liz – That’s My Man
  21. The Madden Brothers – Good Gracious Abbey
  22. Madonna – Back That Up
  23. Mary J. Blige – See That Boy Again
  24. Maxine Ashley – Guerrilla
  25. N*E*R*D – Squeeze Me
  26. Paloma Faith – I Can’t Rely On You
  27. Pharrell Williams – Smile
  28. Pharrell Williams – Here
  29. Pharrell Williams – CC The World (feat. Cara Delevingne)
  30. Schoolboy Q – Los Awesome (feat. Jay Rock)
  31. T.I. – Paperwork (feat. Pharrell)
  32. T.I. – G Shit (feat. Young Jeezy & Watch The Duck)
  33. T.I. – Oh Yeah
  34. T.I. – Light ‘Em Up (feat. Pharrell & Watch The Duck)
  35. Usher – She Came To Give It To You (feat. Nicki Minaj)

As Jaquetas Track da Adidas de Pharrell Williams

pharell-williams-jaqueta-track-adidas-vermelha-preta-grammy-oscar-2014

Uma das peças mais clássicas do streetwear dos anos 90, a jaqueta track da Adidas está voltando com tudo. E quem está a trazendo de volta? Pharrell Williams!
Desde sua presença no Grammy 2014, onde ele combinou a peça em versão vermelha de couro (que faz parte da coleção dele com a marca de três faixas), com o seu infame Chapéu Buffalo da Vivienne Westwood, Williams só inovou a vestimenta em diversas cores e customizações. Dá uma olhada os modelos que ele já usou e modificou:

pharell-williams-jaqueta-track-adidas-marrom-azul-bege-blue-2014

Esquerda: no Festival Shaggfest. Direita: no Festival Coachella

pharell-williams-jaqueta-track-adidas-verde-amarela-green-yellow-2014

Esquerda: nas ruas de Paris. Direita: na Premiação da Nickelodeon

pharell-williams-jaqueta-track-adidas-customizada-azul-branca-2014

Esquerda: na loja da Colette em Paris. Direita: no tapete vermelho do Kids Choice Awards.

A última que Pharrell customizou é da primeira coleção dele com a adidas Originals, na cor preta e branca, com desenhos que lembram o Dia da Morte e a Caveira Mexicana.

Formula One World Championship, Rd19, Abu Dhabi Grand Prix, Qual

Confesso que não gostava muito dessas customizações que Skateboard P anda fazendo, mas tenho que dar o meu braço a torcer: são muito legais. O jeito que ele desenha nas peças é como se fosse uma criança bem dotada de talentos de pintor que não segue alguma regra artística. É isso! A única regra que Pharrell segue quando cria sua música e monta seus looks e customizações é: não seguir regras.

Tyler, The Creator Entrevistou Pharrell Williams Após o Camp Flog Gnaw Carnival

Como anunciado aqui, Pharrell Williams foi uma das atrações principais do terceiro ano do festival Camp Flog Gnaw Carnival. E, provavelmente, foi um dos melhores dias da vida do Tyler, The Creator. A revista digital UpRoxx fez uma matéria bem bacana comentando sobre as gerações do rap e o respeito mútuo que rola entre Tyler e P. Olha só:

“Para mim, ter esses momentos… as histórias que você já contou como você costumava ouvir nossos álbuns”, Pharrell explica, “e agora ver você tendo um show e nós estamos performando no SEU show: isso significa para mim mais do que significa para você, porque eu morreria para ter algo assim com Q-Tip. Morreria! Mas, nunca fizemos isso, e você é de uma geração nova”. Skateboard P provavelmente se refere às oportunidades que o crescimento dos festivais estão dando, e a presença grande do rap em diversos desses eventos, coisas que não tinham no começo dos anos 2000.
“Eu amo ver que essa geração tem um ancora: é Odd Future“, ele continua. “Então, não estou preocupado… temos muita ajuda agora; não é só a gente. Enquanto você continuar aonde está, e se manter leal a suas crenças, e depois a sua curiosidade, ninguém pode te tocar.” A pequena, mas tocante troca de palavras acaba sendo memorável para outros que não são P e Tyler. Eles representam uma conexão ímpar entre diferentes gerações de rappers, que não existia de maneira tão visível nas gerações anteriores.

Rap não é um jogo apenas para homens jovens, e o gênero tende a descartar os “velhos” em um certo ponto. Ainda assim, entre alguns, existe um certo nível de admiração mútua, respeito e colaboração que ajuda a conectar fãs mais jovens aos ícones da cultura que aparentemente tinham sumido. E também cria um novo respeito nos antigos fãs de rap por artistas “new school”.

Isso dito, gosto sempre de dizer que Tyler deve ser um dos caras mais humildes quando se trata de demonstrar admiração a alguém. E pode soar super estranho falar que uma das figuras mais caóticas da música tem seus momentos de humildade. Quem conhece o “chefe” do Odd Future sabe do que estou falando. Porém, quando se trata de falar sobre como Pharrell e N*E*R*D influenciou sua música, seus shows e sua vida, Creator não tem problema algum em demonstrar o que sente.

Tyler chorou quando viu Chad Hugo e Shae Haley aparecerem no palco durante a apresentação, até o momento, solo de Williams. Depois ele subiu lá também e fez o clássico kick-dance do N*E*R*D com P. E ainda cantou uma das suas músicas favoritas produzida pelo The Neptunes: “Mr. Me Too” do Clipse. Quase virou um show tributo.

Às vezes, sinto que o mestre do Wolf Gang, Golf Wang, Flog Gnaw (ou seja lá como ele decidiu chamar o seu ‘movimento’), representa todos os grandes fãs do N*E*R*D. E talvez ele não saiba, mas quando ele faz tudo isso com Pharrell, Chad e Shae, é como se nós, fãs/stans, estivéssemos fazendo junto.

Então, quando vemos Pharrell falando o quanto admira seu admirador, e que foi mais significante para ele participar do Festival, do que deve ter sido para Tyler, ficamos orgulhosos. Tyler é uma das crias do The Neptunes. Cresceu lendo posts do fórum da Star Trak Music e do Grindin.Org (agora talk.grindin.org). Nós, desses sites de discussão, fomos uns dos primeiros a ouvir Bastard. Um dos primeiros a ver Yonkers. E agora estamos vendo um dos nossos grandes ídolos dizendo que tem orgulho de um de nós. Agora um de nós é um ídolo nosso. Isso é, como P disse no vídeo, “Flowing Poetry”.

Tyler-The-Creator-Pharrell-Williams-Foto-Star-Trak-Camp-Flog-Gnaw

Fonte: TheNeptunes.Org